
Ana
Ana parou diante ao espelho e pôs-se a examinar seu corpo. Já havia passado dos trinta e estava ficando preocupada com a idade, embora nada dela traísse qualquer redução de beleza. Seu corpo tinha as mesmas curvas de anos atrás. Podia muito bem enganar a todo mundo, menos a si mesma. Apesar de atrair olhares jovens, para ela sua carne estava perdendo um pouco a firmeza. Mesmo assim gostava de saber que os rapazes sentiam que ela era uma mulher daquelas que realmente podiam aprender os segredos de fazer amor. Muitos não sentiam atração por garotas da idade deles. Afinal, elas ainda são muito inocentes e inexperientes, sem falar que eram completamente controladas pelos pais.
O marido de Ana, um bonitão de quarenta anos, amara-a intensamente por muitos anos. Ele fechava os olhos para os jovens admiradores de sua esposa. Acreditava que ela não os levava a sério, que o interesse de Ana era sentir-se especial, além de massagear seu ego. Ela lembrava que na noite de núpcias, Eduardo fora um amante perfeito, venerando cada parte do seu corpo separadamente, como se ela fosse uma obra de arte, tocando-a com cuidado e ao mesmo tempo com todo o fogo do seu corpo tecia comentários mais diversos para deixá-la excitada. As palavras e a voz, o toque dele abriram sua carne ao calor e à luz como uma flor.
Ele a treinou para ser um instrumento sexualmente perfeito, para vibrar a cada forma de carícia. Uma vez ele ensinou-a a por todo o corpo para dormir e concentrar todas as sensações eróticas em sua boca. Ela ficava como em um semi-sono, uma espécie de transe e sua boca tornava-se um órgão sexual. Além de dar muito prazer a Eduardo, ela também conseguia atingir o clímax com sua boca. Os dois se divertiam muito assim, por horas e horas seguidas.
A boca de Ana o seduziu desde o inicio. Seus lábios eram carnudos e a forma que os abria para falar era bastante sugestiva. A voz que saía de dentro daquela boca também. Era algo extremamente sensual. Ele ficou obcecado pela sua boca. E, na noite de núpcias finalmente conseguiu todo o prazer que aquela boca seria capaz de lhe dar. Ele se atirou beijando-a com força, até que ardesse, até a língua ficar cansada e os lábios inchados. Quando sua boca estava entregue e preparada, foi ali que Eduardo se ofereceu. Agachou-se em cima dela. Seus quadris pressionados contra os belos seios de Ana estavam na posição ideal para Ana saborear pela primeira vez o gosto de todo o amor do marido. Era um gosto forte, difícil de sair da boca. O gosto do seu homem. (continua...)
Escrito por Susie Q às 17h40
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