Susie Q, A Menina Má


Dividindo o Provador

Nunca imaginei que pudesse me divertir tanto ao ser convidada para uma inocente visita ao shopping. Domingão, eu no maior tédio em casa, quando a minha amiga Verônica me liga:

-Suuuuhhh, vamos comigo no Parkshopping? Ta tudo em promoção e eu to precisando de algumas roupitchas novas... Que tal???

Lá fui eu para mais um passeio consumista em companhia de minha amiga mais figura... Após voltas e mais voltas dentro do shopping lotado, algumas batatas fritas, nuggets e sorvetes, entramos em uma loja e começamos a olhar tudo.

Logo, Verônica se interessou  por um lindo vestido preto que estava no cabide.

A loja estava vazia, com apenas duas vendedoras, o caixa e o gerente. Ela pegou o vestido e foi ao provador enquanto eu observava outros modelos, bem distraída.

Nesse momento, mais alguns clientes entraram na loja. Dois rapazes e em seguida, um homem e uma menina (Devia ser o pai acompanhando sua filha).

Olhei na direção de Verônica dentro do provador. Percebi que o pano que cobria a cabine contra a luz contribuía para uma ótima visão panorâmica. Dava para ver todas as curvas de minha amiga, seus 57kg muito bem distribuídos em um corpão malhado e bronzeado e seus 1,73 m de altura. Discretamente, fui em direção ao provador avisar para a Vê.

- Amiga, essa cortina é muito transparente. To vendo você todinha...

Então, Verônica me lançou um olhar malicioso no qual já estou acostumada a compreender o que significa. Ela começou a se despir ficando somente com a calcinha. Nesse momento, olhei rapidamente para o espelho, e notei através do reflexo, que um dos rapazes sentado na cadeira no salão de frente para a brechinha do provador, estava observando todos os detalhes do que acontecia dentro do espaço minúsculo que nós duas dividíamos. Bem nessa hora a Vê dispara com o seu carioquês:

- Suhhhh... me ajuda com esse zíper??? Ta difícil fechar...

- Ih amiga, acho que não vai fechar. Ta tão apertadinho...

- Que nada, lindona... Eu gosto assim! Fica mais curtinho, valoriza os meus seios e o bumbum!

A essa altura do campeonato, percebi que a machaiada dentro da loja já tava de olho no provador e com os ouvidos em pé. Todo mundo ligadinho na nossa conversa. Eu já sabia que a Verônica era muito exibicionista, capaz de botar a Cátia Flávia no chinelo. Comecei a gostar da situação. Resolvi me divertir também. Em um tom de voz um pouco mais alto, para os rapazes ouvirem, continuei:

- Quer que eu pegue mais uns modelinhos pra você experimentar?  Eu vi umas coisas lá do outro lado, muito mais bacanas que esse modelo...

É claro que ela concordou. Ainda por cima, no momento que eu saí do provador, ela fez questão de deixar um espaço entreaberto, para melhorar o campo de visão da galera. Ficou lá, toda se exibindo... feliz da vida.  (Continua)



Escrito por Susie Q às 22h19
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Conto do Trem

 

Já haviam se passado três anos que não visitava a minha família em minha cidade de origem, São João Del Rei, Minas Gerais. Naquele fim de semana quente de Fevereiro resolvi tomar o trem que saía pontualmente as 16:30h da estação central de Belo Horizonte.

Ir de ônibus era melhor, o tempo de viagem era mais curto. Mas eu sou louca por aqueles trilhos, o vagão principal era muito bacana e a vista da serra era maravilhosa.

Entrei no trem e muitas lembranças boas tomaram conta de mim. Todas as minhas aventuras de adolescência passaram como filme diante de morros, cachoeiras e da densa mata atlântica. Lembrei de um namorado meu, o Pedro. Meu primeiro beijo, a primeira transa e a primeira gozada foram com ele.

Foi um ano de namoro à distância. Ele em Minas e eu em Brasília. Mas eu gostava da situação. Afinal eu era muito nova para compromisso...

Um dia, combinei com ele de nos encontrarmos em Belo Horizonte. Pedro pegou a estrada com sua moto, que sua familia tanto implicava. Mesmo com o carro na garagem ele insistia na moto, sempre alegando que era melhor ter o vento batendo no rosto e a liberdade. No caminho durante o trajeto, a moto perdeu o controle e eu o perdi para sempre.

Meia hora dentro do vagão vazio e o trem fez a única parada após a estação central.

Na hora que a porta se abriu percebi uma figura familiar entrando no trem. O rapaz moreno de olhos acesos veio na minha direção e sentou-se. O vagão era grande e estava vazio, mas não me incomodei com a sua presença no banco ao meu lado.

-Você se lembra de mim? Sou Beto, irmão da Simone...

Claro que me lembrava dele, irmão de Simone,  até hoje é uma grande amiga. Nunca perdemos contato após anos.

-Nossa Beto, como você tá diferente... Virou um homem...

-Tem um ano que eu me mudei. Estou cursando Educação Física na Católica...

-Você era um garoto muito endiabrado, dava muito trabalho pra gente. Lembra o dia que nos pegou fumando maconha no quarto da Simone? Fez o maior terrorismo dizendo que ia contar pro seu pai e a coitada da Simone teve que aceitar todas as suas chantagens infantis...

-Eu era um moleque chato mesmo... Mas das amigas da Simone você era a que eu mais gostava. Lembra o dia que eu queria tomar banho de rio  e você me levou? Entrou no rio pelada... Fiquei louco, perdi  muitas noites de sono por sua causa. Virando meu amor platônico. Já era a garota mais linda que eu conheci em São João Del Rei e ainda por cima nua só pra mim! Eu vivia dizendo pros garotos da rua que você era a minha namorada...

-É mesmo? Não sabia que você gostava tanto de mim... Você era safadinho, em? Eu pedi pra se virar e não me ver sem roupa...

-Você acha que eu ia deixar de te observar? Quando voltei pra casa, ainda “bati uma” pensando em você, linda, nua dentro do rio. Não vou esquecer nunca, o momento mais erótico da minha adolescência...

Aquele papo tava ficando muito quente, achei melhor pedir licença pro Beto e ir mijar na cabine da frente.           (Continua...)



Escrito por Susie Q às 11h13
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Continua...

Dentro do banheiro eu pensava como o Beto se transformou num cara interessante... Que coincidência louca! Depois de muito tempo me senti atraída por um cara que conheci  criança. Fiquei curiosa para conhecê-lo melhor. Bateu uma baita vontade de fazer sacanagem... Tentei me frear, afinal não queria me passar por uma louca. Beto podia pensar que eu acabei virando uma idiota tarada! Precisava me controlar...

Quando voltei ao banco, o Beto se levantou para me dar passagem. Nesse momento acabamos nos esbarrando. Ele olhou para baixo e percebeu meu decote. Ficamos muito próximos um do outro e o beijo foi inevitável.  Fazia tempo que eu não sentia aquilo!

As minhas pernas começaram a tremer. Ele viu que eu gostei do beijo e atravessou seus braços fortes na minha cintura...

Fui ficando mais louca. Beto desceu a boca pelo meu pescoço e passou a língua dentro da minha orelha, as vezes dando uma mordidinha na ponta. Nessa altura ele ficou mais atrevido e desceu a língua pela entrada da minha blusa.

- Beto, a gente não pode! Já pensou se entra alguém no vagão?

-Su, não tem ninguém no vagão da frente, e ainda falta uma hora pro trem chegar... Não faz assim comigo. Eu to com muita vontade, e além disso vou realizar o meu sonho adolescente de te comer!!!

Não deu. Não consegui me controlar. Beto começou a desabotoar a minha blusa e a puxar a alça do sutiã. Quase desmaiei de tesão na hora que ele acariciou o meu peito. Em seguida, desceu sua língua quente em meu mamilo e me chupou com vontade feito um louco. Senti uma umidade entre as minhas pernas. Não mais resisti ao sexo.

Desci a minha mão pelo abdômen do Beto até o momento que encontrei um certo volume dentro da calça. Desabotoei o jeans bem devagar e encontrei uma ereção forte pedindo por minhas carícias. Seu pau era lindo! Não resisti em descer a minha cabeça pelo seu colo e começar a chupá-lo com vontade. Aquele pau enorme mal cabia em minha boca, quase explodi de tesão.

Beto arrancou a minha calcinha por baixo da saia. Com os dedos passou a me acariciar e ao mesmo tempo passava a língua em meu mamilo. Não agüentava mais, implorava para ele me comer logo! Ele me pôs de joelhos em cima do banco e me penetrou com força, ao mesmo tempo em que mordia o meu pescoço.

Já estava quase gozando quando ele pediu que sentasse em seu colo. Fui obediente e cavalguei com vontade em cima daquele pau. Passaram-se quarenta minutos em uma viagem muito tranqüila, Beto me fudeu de todas as formas possíveis. Gozei com seu pau, seus dedos e sua língua. Sem dúvida a melhor viagem de trem que já fiz.

Chegamos ao entardecer em minha cidade natal. Tudo parecia muito calmo. As luzes já se acendiam e o céu era uma mistura de um tom rosa acompanhando as primeiras estrelas da noite.

- Preciso de companhia para tomar um banho de rio amanhã. Aceita? – Perguntou Beto.

-Tá combinado!

Beto e eu nos despedimos como dois velhos amigos.Caminhei pelas ruas de São João Del Rei sentindo a brisa da noite em meu rosto, inclinei a cabeça para trás e enchi os pulmões de ar, como Pedro costumava fazer em cima da moto. Nesse momento, boas lembranças tomaram novamente o meu pensamento.

 

(FIM)



Escrito por Susie Q às 11h12
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